
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Se chamar apenas de "RELÓGIO" ofende


O novo relógio Suunto Core é um equipamento essencial para praticantes de esportes. Um instrumento completo, que reúne altímetro, barômetro, bússola eletrônica e até um profundímetro
- Altímetro: Com medição entre -500 e 9000 metros e resolução 1m / 3pés. Mostra a altitude atual, o ganho ou perda de altitude durante a atividade, e possui o logbook que permite realizar análise dos dados obtidos.
- Barômetro: Uma verdadeira estação meteorológica no seu pulso. O Suunto Core tem alarme de mudança brusca no tempo (prevê tempestades), possui ainda indicador de pressão barométrica atual e gráfico do tempo (mostrando a evolução das condições climáticas e permitindo realizar uma previsão antecipada dos próximos dias). Intervalor de medição entre 300 e 1100 hPa.
- Transição automática de Altímetro para Barômetro: Com o Suunto Core você pode definir facilmente que ele trabalhe usando o Barômetro ou o Altímetro para uma leitura mais precisa da altitude ou pressão atmosférica. Dessa forma, uma queda de pressão do ar (por exemplo), não afetará a leitura de sua altitude.
- Bússola Digital: A bússola do Suunto Core lhe manterá no caminho certo. Você pode usar o bezel giratório ou simplesmente colocar no relógio o ângulo de seu destino e deixar que o relógio te leve. Resolução 1°.
- Hora do nascer e pôr do Sol: Baseado nas configurações de continente, região e cidade, o Suunto Core lhe fornece o horário do nascer e pôr do Sol.
- Profundímetro: O Suunto Core lê profundidade de até 10 metros com precisão de 0,1m.
- Termômetro: Digital com intervalo entre -20°C e 60°C / -4°F e 140°F com resolução de 1°C / 1°F.
- Luz Noturna.
- Vidro de Cristal Mineral.
- Relógio Dual Time.
- Alarme.
- Cronômetro Esportivo.
- Temporizador.
Preço: R$ 1000,00 no Merc.Liv.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Ótima aquisição
Não tenham dúvidas sobre a utilidade desse equipamento para os praticantes de MTB. Um ótimo equipamento multifuncional. Preço no Mercado Livre R$ 1500. Apropriado para ciclistas.
Velocimetro GPS Garmin 705 Edge Ciclismo c/ monitor cardíaco
Qualquer um que tenha usado original Garmin Edge 205 ou 305 já entende o poder que os dados de localização correspondentes às medições tradicionais, como distância, velocidade, tempo, calorias queimadas e freqüência cardíaca pode proporcionar. Saber exatamente onde você malhou forte, montou (mais rápido ou mais devagar) permite adequar seus treinos para ajudar a melhorar suas habilidades de ciclismo para distâncias específicas, condições e tipos de terreno. Ela dá um quadro completo de como você interage com cada parte de seu passeio.
Altitude é gravado usando um altímetro barométrico para o Edge 705. Estes dados precisos de altitude torna muito mais fácil para os ciclistas se adequarem a um perfil apropriado de altitude, com sua velocidade, cadência e ritmo cardíaco todos sendo mostrados pelo computador durante uma análise pós-exercício.
Características do Produto
* Outdoor Fitness GPS Garmin 705 com Monitor Cardíaco
* 2,2 Grande em cores TFT de 176 x 220 Pixels
* Um slot para cartões microSD adicionando mapa detalhado e gravando informação de exercícios, permite direcionamento turn by turn (quadra a quadra) com o software City Navigator. Mapa City Navigator Brazil – incluso (informo o link para download).
* Recursos extras : batimento cardíaco atual, médio, máximo, e freqüência cardíaca em Hz.
*
Detalhes Técnicos
* Marca: Garmin
* Modelo: Edge 705 HRM
* Receiver Descrição: 12 canais
* Tecnologia de Conectividade: USB
* Tamanho da Tela:
* Resolução Nativa: 176 x 220
* Battery Average Life: 15 Horas
* MP3 player: N



quinta-feira, 5 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Dois longas-metragem novinhos!
Fica aê pra vcs essa dica de dois longa metragem inspiradores.
Here We Go Again - OFFICIAL MTB Teaser - DH Productions from vas entertainment on Vimeo.
Brighter - OFFICIAL MTB Teaser - New Wave Cinema from vas entertainment on Vimeo.
Abs,Lampis Dragon.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Caminho da Luz - MG
O caminho da Luz está localizado na Zona da Mata Mineira, fazendo divisa com o norte do estado do Rio de Janeiro e sul do Espírito Santo. Região montanhosa da serra do Caparaó, com altitudes variando entre 238m em Tombos (início do Caminho) e 2890 m no alto do Pico da Bandeira (final).
Distância entre locais de pernoite :
Tombos e Catuné - 24.7 km
Catuné e Pedra Dourada - 19.25 km
Pedra Dourada e Faria Lemos - 25.2 km
Faria Lemos e Carangola - 22.85 km
Carangola e Espera Feliz - 33.3 km
Espera Feliz e Caparaó - 20.12 km
Espera Feliz e Alto Caparaó - 33.95 km
Alto Caparaó e Pico da Bandeira - 18.1 km
Mais em: www.caminhodaluz.org.br

Mapas de ruas e fotos de satélites no celular
Se você adora fazer viagens digitais pelo Google Maps, Windows Live Local e Yahoo! Maps sabe o quanto é divertido explorar o mundo sem sair de casa. O Mobile GMaps é uma utilidade para você viajar pelo visor do celular.
O programa é bem simples de usar. Depois de instalado, vá a Menu > Search e digite o nome da localidade. A partir daí, o Mobile GMaps posiciona o marcador no lugar escolhido e oferece algumas opções.
Você pode aumentar ou diminuir a área de visualização, selecionar opções de tipo de imagem ou ver como é o serviço de transporte público de algumas cidades, por exemplo. O Mobile GMaps também permite conectar o GPS para exibir imagens do lugar onde estiver.
Depois disso, fica por sua conta definir o roteiro e explorar todos os rincões da Terra. O Mobile GMaps é grátis e roda na maioria dos aparelhos celulares habilitados para Java.
Requisitos mínimos para Mobile GMaps:
- Sistema: Java/J2ME
Click aqui para baixar.
Por Felipe Pessoa (Softonic.com.br)
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Maratonas de MTB
- Escolha sua Prova
www.piocera.com.br
www.sampabikers.com.br
www.ironbiker.com.br
www.desafiodamantiqueira.com.br
www.bigbiker.com.br
www.sampabikers.com.br
www.cbc.esp.br
www.copaametur.com.br
www.tripadventure.com.br
- No exterior
www.transalpchallenge.com
www.maratona.it
www.cape-epic.com
Mais em www.bikemagazine.com.br
domingo, 25 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
E ai como surgiu o Dub?

Tava dando uma vasculhada na net, mas só encontrava textos genéricos sem personagens e cenários convincentes, foi ai que encontrei o texto abaixo. Muito bom vale a pena conferir. De quebra deixo o álbuns “U Roy meets King Tubby's” Grandes Dj e Engenheiro de Som ambos jamaicanos e historicamente importantes para o Dub juntos.
“O dub não surgiu ao acaso, foi um nascimento lento, cerca de 5 anos. E esse parto, se analisado num microcosmo, pode ser descrito como a história da própria música jamaicana. Um misto de sorte, ingenuidade, sofrimento, talento e temperos.
Para acompanharmos a primeira etapa da formação do dub, essa sim nascida ao acaso, precisamos voltar até 1967, época em que o rocksteady era o som da vez. Ruddy Redwood era dono de um soundsystem em Spanish Town e amigo de um dos barões da música jamaicana, Duke Reid. Essa fortuita amizade lhe rendia alguns specials, ou dub-plates, acetatos vagabundos que serviam de teste para o lançamento comercial de um compacto. Se a receptividade da música fosse boa nos soundsystems afiliados, "satélites", como o de Ruddy, Duke, através da sua gravadora Treasure Isle, colocava a música no mercado. Pois bem. Um belo dia, Ruddy recebe a música "On The Beach", dos Paragons, sem os vocais. A total falta de atenção do engenheiro de som, fez com que o nome de Ruddy entrasse pra história. Se forço um pouco meus ouvidos, escuto o "bingo" que Ruddy gritou quando ouviu a novidade. À meia noite, Mr. Midnight, como era conhecido, tocou "On the Beach" duas vezes seguidas. A primeira com vocais e a segunda sem, fazendo todo mundo cantar a música inteira. Foi um sucesso que abalou para sempre as estruturas da música jamaicana: o nascimento das versions. Assim que Reid ficou sabendo dessa possibilisade, tratou logo de produzir versões sem vocal dos seus principais hits. Logo, logo, essas versões começaram a ser lideradas por instrumentos, como o sax e o órgão. Já em 1970, praticamante todos os compactos jamaicanos vinham com uma version no lado b.
Naquela época, a mola mestra musical da Jamaica era a diferenciação. Quem fizesse o feijão com arroz estava morto. Qualquer produtor poderia lançar uma versão sem vocal, ou pedir para um músico tarimbado solar em cima da melodia. Mas, alguns produtores pioneiros, começaram a usar o estúdio e a mesa de som como um instrumento musical como qualquer outro. "Phantom", de Clancy Eccles, "Pop a Top", de Lynford Anderson, e "News Flash", de Joe Gibbs, um instrumental que editava partes de 3 músicas diferentes, são exemplos clássicos dessas inovações. Até que, em 1971, surge "Voo-doo", dos Hippy Boys, mixada por Lynford Anderson, o primeiro dub da história: baixo e bateria lá na frente, guitarra e teclados lá atrás, ecos, delays e reverbs numa desorientação completa.
É importante frisar que essa evolução toda não seria completa sem a figura de King Tubby, o maior mestre do gênero. Levado até o soundsystem de Ruddy Redwood, pelo amigo e produtor Bunny Lee, Tubby pirou com as possibilidades sonoras que surgiam na sua cabeça. Ele montou um pequeno soundystem no bairro pesada de Watergate e chamou U-Roy para ser seu DJ (mais uma vez, DJ na Jamaica é o MC do resto do mundo). Além de muito talentoso, Tubby era um especialista em aparelhagem de som. O cara sabia tudo - só pra mostrar o quanto ele era foda, o estúdio Black Ark, de Lee Perry, contou com sua ajuda para ser montado. Tubby fazia o diabo no seu sound. Espalhava caixas de tweeter pelas árvores e colocava reverb e echo nas músicas. A parceria dos dois foi essencial para o surgimento do dub como nós o conhecemos, pois Tubby preparava as músicas que U-Roy iria cantar, deixando-as mais lentas e hipnóticas. Os três primeiros hits do "Originator": "Wake The Town" (em cima de "Girl I´ve Got A Date", dos Paragons), "Rule The Nation" (em cima de "You Don´t Care", dos Techniques) e "Wear You To The Ball" (em cima da música de mesmo nome, dos Paragons) são perfeitos para explicar porque U-Roy tinha esse apelido. Ele foi o primeiro DJ moderno da Jamaica, pois deixava de fazer pequenas interjeições para cantar e fazer comentários em cima da letra original. As intervenções praticadas por Tubby, ao vivo e no seu pequeno estúdio, levaram uma legião de novos produtores a largarem suas fitas master para serem mixadas por Tubby, o primeiro remixer profissional do mundo.
Em 1973, surgiram os primeiros álbuns de dub: Blackboard Jungle Dub, dos Upsetters (parceria de Lee Perry e King Tubby), Java Java Dub, mixado por Errol Thompson e Aquarius Dub, mixado por Herman Chin Loy. Em pouco tempo, as pessoas não estavam mais comprando discos pelo nome do artista e do produtor. Elas queriam saber quem era o engenheiro de som. Com o lançamento, em 1974, de Pick a Dub, de Keith Hudson, o dub ganhava a Inglaterra e o mundo.
A quantidade de dubs, versions e riddims na música da Jamaica, pode ser explicada, ao mesmo tempo, pela necessidade dos produtores de ganhar mais dinheiro em cima da mesma música, e da capacidade do povo de reciclar as coisas. Por ser um país pobre, nada podia ser jogado fora, incluíndo aí a música. Com o passar do tempo, essa ganância em aumentar a vida útil de uma música, virou virtuosidade.”





