domingo, 5 de julho de 2009

10 anos de pedal no Piocerá\Cerapió


Estava esses dias futucando a internet e foi ai que encontrei esse fato que pra mim foi uma surpresa no Piocerá\Cerapió tem lugar pra bike também! É um evento muito conhecido pela competição entre pilotos impulsionados pelos automotores, e em 2010 completam 10 anos da entrada das Bicicletas no roteiro da competição.

Com a participação de 66 bikers, a primeira edição com MTB relaizada em 2001 foi um secesso reunindo atletas de vários estados. Para a organização do Cerapió/Piocerá, a competição de Mountain Bike evoluiu tecnicamente, atraindo a participação de atletas campeões regionais e nacionais e até de atletas estrangeiros. inclusive como o próprio Ehrlich Cordão lembra, foi nesta modalidade que os primeiros estrangeiros começaram a competir. Assim a prova de bike veio mesmo para ficar. nos anos seguintes, a prova foi ficando conhecida e divulgada nacionalmente, passando a ter a presença de atletas de ponta, campeões regionais, com títulos nacionais e até internacionais. A prova já teve até a participação de feras de nacionalidades diferentes, como portugueses, norte-americanos e italianos.


"Para mim a prova de bike é a mais técnica e mais emocionante de todas as demais, pois tem a ver com superação pessoal, com superação de limites do corpo e da mente. Muitos atletas são guerreiros, pois vêm participar sem patrocínios, alguns dormem em barraca e lutam para vencer os obstáculos sozinhos, no meio de calor, de chuva... O atleta é seu próprio mecânico e apoio da competição. É o atleta, sua bike e o desejo de vencer." disse Cordão.

Para Cordão, a modalidade democratiza o evento, como um todo. "Por isso, a prova de bike veio para ficar e na sua edição comemorativa, em 2010, vamos programar muitas novidades inclusive um roteiro muito atraente para competidores e, consequentemente, apra a imprensa que sempre apoiou esta competição, realizando grandes coberturas", destacou, enfatizando que o sucesso da prova de MTB se deve ainda ao apoio técnico de uma grande equipe, como a do organizador de eventos de MTB e publicitário, o compadre Zenardo Maia.

Como iniciou o Piocerá/Cerapió?


1987: O início de tudo...

Tudo começou em Abril de 87, num bate papo informal entre o Ehrlich Cordão e Gladdino Gabriel. O Enduro era para ser chamado de Enduro da Integração, na idéia de unir os pilotos dos dois estados pioneiros na prática de enduro de regularidade na região norte e nordeste do país. O papo amadureceu Ehrlich Cordão, cuidaria da parte de marketing e divulgação e Galdino Gabriel, da parte técnica da prova.

O primeiro levantamento aconteceu no feriado de 7 de setembro de 1987 feito por Gabriel e Alfio, um italiano recém chegado a Fortaleza. A conferência da planilha foi realizada no feriado do dia de finados por Ehrlich Cordão, Gabriel e Franz George.

Durante o levantamento, os três desbravadores das trilhas descobriram uma área de terra em litígio entre os estados Ceará e Piauí e uma conversa com um caboclo da região prá saber onde os três estavam, o mesmo falou que lá era o Cerapió-Piocerá! Foi então que a prova passou a ser chamada de Cerapió - quando sai do Ceará para o Piauí e Piocerá quando faz o caminho inverso.

O primeiro Cerapió aconteceu nos dias 5, 6 e 7 de dezembro de 1987 com a participação de 36 duplas já oriundas de estados brasileiros e com presença da Imprensa nacional especializada; "Revista Motosport e Duas Rodas". Em 2010 o evento vai para a edição número 23.


Para maiores informações, seja ela inscrições, roteiros, modalidades, regulamento e novidades acessem http://www.cerapio.com.br/

Um forte abraço a todos.

sábado, 27 de junho de 2009

Som novo saindo...


Groundation é uma banda de Reggae americana cuja musicalidade é incomparável. Põe em suas musicas o Reggae, o Jazz e o Dub. É formada pelo "Professor" Harrison Safford (vocal, guitarra) ,Ryan Newman (baixo), Marcus Urani (teclado), David "Diesel" Chachere (trompete), Kelsey Howard (trompete), Paul Spina (bateria), Kerry Ann morgan (coro), Kim Pommell (coro), Bem Krames (Congas, Timbales, Percussão).

O pessoal do Groundation já fez trabalhos com participação do Don Carlos, Leroy "Horsemounth" Wallace (lendário baterista Jamaicano), Will Bernard (Jazz Man Ganhador do grammy 2008) e Apple Gabriel.

O Californiano Harrison Stafford passou meses viajando pela África e pela Jamaica. Foi recebido em casas de famílias pobres, fazendas no interior, e conheceu grandes músicos, mestres "rasta", velhos sábios e lideres espirituais. correr o mundo, para ele, é inspiração. E a recompensa é encontrar as raízes da música, " o maior presente da humanidade para o planeta". Mas a saga não terminou aí. De volta aos EUA, o músico fundou o primeiro curso universitário de Historia do Reggae, o único no mundo. E ganhou o apelido de "Professor".

Agora eles acabam de lançar seu novo trabalho, "Here I Am", que segundo os próprios arca uma inovação na sonoridade da banda. Vale a pena conferir. Com destaques para a capa (que de cara marca a mudança) e as faixas "Blues away", "Here I Am", "Beating heart", "You can profit" e instrumental "Walk upright". O link para download segue logo abaixo...

Fique à vontade e clique para baixar

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Anestesia Local


Coisa boa é estar em casa, de férias, curtindo o verão e os prazeres da praia... porém como diria meu brother Leozera: "esporte na veia mlq"... não poderia deixar de postar o circuito da Via Verde, que fiz aqui em Guarapari/ES. Peguei meu camelo hj a tarde, e fui dar o bom e velho pedal... é lógico q faltou a companhia dos parceiros de sempre para alegrar os km q seriam percorridos, mas a bela paisagem daqui fez a parte dela e não me deixou perder o ritmo... registrei algumas fotos, mas vale lembrar q mesmo sendo local, Guarapa não é nenhuma Terra do Nunca onde se possa sair por ai com uma digital registrando todas imagens q merecem... é o mesmo q entregar o ouro ao ladrão (rsrsrs).

Mas deixando essa burocracia de lado, gostaria de q esse post motivasse o resto da rapaziada a não perder o ritmo q conquistamos ao longo do ano, pois 2009 será um ano de intensas batalhas (e longos quilômetros)... q esse post sirva para mostrar aos guerreiros q estou aqui... afinando as canelas, mesmo qnd sozinho... e compartilhando com o mundo, o previlégio de morar num lugar abençoado pelo Espirito Santo... os dados do pedal:

Distância - 35,33 km
Tempo - 1h 30m 19s
Vel. Max. - 56,2 km/h
Vel. Med. - 23,4 km/h

Um abç a tds!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

COMO SE FREIA?

Muito se ouve falar sobre como frear, uns chegam a dizer que é bom evitar usar o freio dianteiro, mas na realidade o uso do freio deve ser feito sempre de maneira consciente, ou seja: quando você frear sua bike deve estar ciente das condições do piso, da situação da bike em relação ao solo e saber o que pode acontecer durante uma frenagem.

O que pode dar errado em uma frenagem quando?

Freamos demasiadamente forte a roda traseira levando-a a travar:

Se a bike estiver seguindo em linha reta: a roda traseira pode derrapar para um dos lados e desestabilizar o equilíbrio, que pode ser recuperado diminuindo um pouco a potência da frenagem para que a roda volte a girar e/ou efetuar uma mudança de direção para corrigir o equilíbrio.

Se a biker estiver dentro de uma curva: a roda traseira escapa para o sentido contrário da curva e quando isto acontece muito rápido, acaba levando o biker ao chão. Ao sentir que a traseira vai escapar alivie a potência exercida sobre o freio, mas uma atitude preventiva é mais indicada, onde: se o piso for de pouca aderência evite frear forte e fique bem atento para a reações da roda traseira

Freamos demasiadamente forte a roda dianteira levando-a a travar:

Se a bike estiver seguindo em linha reta em piso de alta aderência a tendência e da bike e o biker girarem para frente sobre a roda dianteira, mas quando o piso não tiver tanta aderência a tendência é a roda derrapar par um dos lados tirando o equilíbrio, em ambos os casos é necessário diminuir a potência exercida sobre o freio para recuperar o equilíbrio.

Assim como na roda traseira a dianteira também derrapa para o sentido contrário da curva, mas quando isto acontece inesperadamente raramente o biker escapa do chão.

Então lembre-se que quando frear você deve estar atento para o que pode vir a ocorrer, desta forma é possível tomar a atitude correta para evitar o tombo. Abaixo uma lista de dicas para ajuda-lo neste setor.

  • Ao usar uma bike pela primeira vez experimente o freio com cuidado e sinta a sua potência.

  • Mantenha os freios de sua bike bem regulados e após uma regulagem teste-os.

  • Sempre analise o piso e a situação em que esta passando na hora de frear para saber qual atitude tomar.

  • Em piso firme e seco divida o esforço da frenagem em 60% no dianteiro e 40% no traseiro em outros tipos de piso iguale ou inverta um pouco a potência aplicada, mas lembre-se O FREIO TRASEIRO NÃO CONSEGUE PARAR A BIKE A TEMPO NAS EMERGÊNCIAS.

  • Em descidas ponha o corpo para trás ao frear forte, isto ajuda a bike a não virar sobre a roda dianteira.

  • Não freie ao passar sobre valetas, erosões transversais, faça-o antes ou depois.

  • Conhecendo bem o freio traseiro de sua bike você pode usa-lo para testar a aderência do piso pelo qual esta passando, se a roda travar sob o menor esforço feito na alavanca, chiii! Lembre-se de tudo que leu nesta matéria e reze para não precisar frear forte.

  • Quando a situação se tornar desesperadora, o que acontece sempre depois de uma freada forte, e você tendo recuperado o equilíbrio depois de soltar o freio, mas ainda precisa frear forte. Faça-o e se a bicicleta desestabilizar solte novamente o freio e vá repetindo está seqüência até... ufa! ou ái!

  • Sobre a lama ou barro e em descida fique em pé sobre os pedais e vá modulando a potência dos freios com cuidado e atenção.

  • Se, em descida, após soltar o freio para transpor um pedaço de piso escorregadio freie o suficiente depois de transpo-lo para reduzir a velocidade.

  • Em piso de muita poeira, esta pode esconder pedras e buracos.
    Pedriscos sobre asfalto CUIDADO!!!! Piso de terra firme sob floresta e/ou chuva são muito traiçoeiros e quando eles tem aquela cobertura verde de musgo, chiii!, se puder siga por sobre o mato que há no meio e nas beiradas do caminho.

Quando um piso escorregadio, te pegar de surpresa e você soltando o freio recuperar o equilíbrio comece a pensar rápido, mas muito rápido mesmo e ache um piso mais firme onde você possa voltar a frear com segurança.

Boa sorte

Audax... superando limites!

A palavra "Audax" vem do latim, audacioso, corajoso, é o nome dado no Brasil a este evento ciclístico não-competitivo e de longa distância, conhecido internacionalmente também pelo nome de "randonnée".

O grande foco dos eventos Audax no Brasil é a possibilidade de percorrer longas distâncias em veículos de propulsão exclusivamente humana no seu próprio ritmo (em francês, allure libre), terminando o percurso dentro do tempo limite estabelecido. Vale salientar que na França tal estilo de evento é chamado de randonnée, enquanto no Reino Unido utiliza-se termo Audax.
Este uso conflituoso da nomenclatura do evento tem causado alguma confusão.
Além do tempo estabelecido, deve ser observado o regulamento, que exige equipamentos de segurança a serem aplicados tanto no equipamento quanto usados pelo ciclista: capacete, luzes dianteira e traseira afixadas à bicicleta, pilhas reservas e colete refletivo.
Além dos equipamentos, nos eventos promovidos pela Sociedade Audax de Ciclismo é exigido também um atestado firmado por profissional habilitado que declare estar o participante apto à prática de ciclismo de longa distância e longa duração.
O atestado deverá ser apresentado quando da primeira participação do ciclista, com validade de 6 meses.

O que é brevet?

São os estágios reconhecidos pelo Les Randonneurs Mondiaux, e que levam à habilitação para a prova maior do Audax de 1200 km.
O tempo máximo global para cada percurso é dado pela tabela abaixo, de acordo com a regras do LRM.
Neste tipo de pedalada existem postos de controle com horário de abertura e horário de fechamento pré-determinados.
Cada ciclista recebe um cartão de rota com o percurso a ser percorrido e localização dos postos de controle, onde deve carimbar seu cartão de rota e marcar o horário de passagem.

Distância Tempo Classificatório
200 km 13h30m Nenhum
300 km 20h Brevet 200km
400 km 27h Brevet 300km
600 km 40h Brevet 400km
1000km ??h Brevet 600km
1200km 90h Brevet 600km

Para participar do Brevet de 300 km o ciclista deverá ter feito antes (no mesmo ano) o Brevet de 200, para participar do Brevet de 400 deverá ter feito o de 300 (no mesmo ano) e para participar do de 600 km deverá ter feito o de 400 no mesmo ano. A série completa é a qualificação para qualquer evento de 1.000 ou 1.200 km LRM no mundo (no mesmo ano).

Histórico

* 1891 - 1ª Paris-Brest-Paris. Surge como prova competitiva, mas são aceitos cicloturistas entre os participantes. O vencedor é Charles Terront. Decide-se realizar a prova a cada 10 anos.

* 1897 - Em 12 de junho daquele ano, um grupo de cicloturistas italianos percorreu 230km entre Roma e Nápoles. Pela audácia da façanha, considerando-se as condições e equipamentos da época, denominou-se a mesma como "Audax".

* 1904 - Henri Desgranges, criador do Tour de France, criou o Audax Francês, tal como o Audax Italiano, e delegou ao Audax Club Parisien a realização dos Brevets Audax na França.

* 1931 - O Audax Club Parisien organiza uma prova cicloturista junto a uma prova competitiva.

* 1951 - Fim da prova competitiva. A partir deste ano a Paris-Brest-Paris se converte definitivamente em uma prova cicloturista, e se realiza a cada 5 anos.

* 1971 - A Paris-Brest-Paris começa a ser celebrada a cada 4 anos.

* 1983 - Criação do "Randonneur Mondiaux". Fundado pelos clubes organizadores de brevets, foi criado para impulsionar as provas de e acima de 1200 km. Países fundadores: França, Austrália, Bélgica, Canadá, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

* 1999 - O gaúcho Kayo Oliveira tornou-se o primeiro brasileiro a completar os 1.200 km do Paris-Brest-Paris.

* 2003 - É fundado o Clube Audax Brasil. Realiza-se a primeira série de brevets no Brasil. Naquele ano os ciclistas Bill Presada e Manuel Terra se tornam os primeiros brasileiros a completar todos os brevets com êxito. Bill Presada recebe o "Audacioso do Ano". Em agosto daquele ano, o carioca Manuel Rama Terra torna-se o segundo brasileiro a participar e concluir a Paris-Brest-Paris.

* 2004 - O Clube Audax Brasil realiza brevets em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. No brevet de 200 km de Porto Alegre, 215 participantes alinham-se para a largada. Naquele ano, o brasileiro de Lajeado, Paulo Roberto Bagatini participa da prova de 1.200 km, na Austrália, mas sem finalizá-la.

* 2005 - Em uma prova de 400 km em Campinas/SP, um ônibus invade o acostamento e mata Alexandre Luz, Vice-presidente do Clube Audax Brasil. Após esse ocorrido a direção da entidade decidiu cancelar as provas restantes do calendário. No Rio Grande do Sul haviam sido realizadas as provas de 200 e 300 km, e a Organização local das provas decidiu concluir o calendário previsto, realizando provas de 400 e 600 km, mas que não foram submetidas a homologação pelo Audax Clube Parisien. Porém essas provas observaram as mesmas regras, exigências e formato necessário para serem homologadas. Rosane Silveira Gomes torna-se a primeira brasileira a concluir uma série completa de provas de 200, 300, 400 e 600 km em conformidade com as regras previstas para a modalidade. É fundada a Sociedade Audax de Ciclismo, com sede em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. É instituído o Troféu "Alexandre Luz", outorgado a todos que completam uma série de provas que seja organizada pela Sociedade Audax de Ciclismo.

Regras

* Todos os participantes devem apresentar atestado médico específico para prova de esforço de longa duração.
* Pode participar do Audax qualquer veículo com propulsão exclusivamente humana, sendo aceitas bicicletas tipo speed, mountain bike, down-hill, reclinadas, tandem, triciclos, patins e patinetes, não havendo restrições quanto ao tamanho das mesmas ou de seus pneus e aros.
* Cada participante deve obrigatoriamente possuir em seu equipamento, durante todo o trajeto e de forma visível, luzes dianteira e traseira ligadas, bem como usar capacete e colete refletivo, igualmente, durante todo o trajeto.
* Cada participante deve ser auto-sustentável, não podendo receber qualquer apoio, fora dos Postos de Controle (PCs), por parte de pessoas que não estejam participando da prova e, caso ocorra algum problema mecânico fora dos PCs, apenas ele mesmo ou qualquer outro participante inscrito na prova poderá providenciar o conserto.
* Não há qualquer prêmio por ordem de chegada, na medida em que se trata de desafio individual, cada um completando o percurso conforme seus próprios limites.
* As regras do Audax Mundial, foram adaptadas para o Brasil e mesmo dentro do território nacional, aceitou-se adaptações regionais:
o No Rio Grande do Sul e Santa Catarina o cobertor térmico é um item obrigatório, o que não acontece no centro-oeste.
o Em Brasília o ciclista pode andar com a lanterna apagada durante o dia e acendê-la ao anoitecer.


sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Ajuda nois São Pedro...



A partida está prevista para amanha cedo... as bikes estão revisadas e a galera com todo gás... mas por enquanto a chuva não parou de cair... estamos aqui na expectativa por mais essa trip...
Q o tempo esteje do nosso lado! O percurso previsto está na figura ae... Um abç a tds.

sábado, 29 de novembro de 2008

Pedal pra Capital...

É isso ae, o final de mais um ano se aproxima, e como sempre todo mundo despencando pra casa! Mas dessa vez será um pouco mais emocionante o percurso. Nada de onibus e malinhas prontas no bagageiro. Nosso bonde vai fazer as devidas revisões nos camelos, e pocar pelas trilhas do interiror ate Vitória. A intenção é sair de Alegre e pernoitar em Vargem Alta no 1º dia. Na manhã seguinte, saindo bem cedo em direção a Alfredo Chaves, passando em Guarapari, e chegando em Vitória a noite. Muita estrada de chão pela frente, muitas subidas e muitas descidas pelo caminho, e muita história para contar durante as férias. Abaixo o trajeto q plotei no google earth!
Um abç a tds.



Exibir mapa ampliado

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Só faltava Lee Perry...

Já está no forno fazem 3 anos, mas até agora não foi lançado o primeiro documentário produzido por brasileiros sobre a evolução do ritmo jamaicano. O primeiro trailer já circula pela Internet e você pode ver aqui abaixo.

Esta demora não é por calmaria ou preguiça, e sim por falta de patrocínio. Como o filme é independente, a grana toda para produzí-lo praticamente saiu toda do bolso dos idealizadores.

O documentário que terá participações de vários nomes importantes da evolução do Reggae e Dub, como também de pessoas que aproveitaram e fizeram seus sons usando essa diversidade sonora criada na Jamaica.

O filme é idealizado pelo jornalista Bruno Natal, responsável pelo blog Urbe, e por Chico Dub, DJ formado em publicidade, ambos cariocas. Eles pretendem disponibilizar duas versões este longa: uma para ser vendida no formato DVD; e outra para a televisão ou internet. A primeira idéia é que o DVD tenha 1h 30min de duração, enquanto a versão para TV ou internet seja de 52 minutos apenas.

A principal função deste filme seria para mostrar o que o ritmo iniciado na Jamaica conseguiu ao passar do tempo. Sim, o Dub que foi a porta de entrada de muito dos estilos que você ouve hoje em dia, sendo os principais influenciados o Hip-Hop e a música eletrônica como um todo. Esta linguagem jamaicana, que foi criada há tanto tempo e até hoje ainda se tem dúvidas de como aconteceu — a versão mais conhecida do surgimento do Dub, seria que, em 1967, um engenheiro de som se esqueceu de colocar o vocal em um dos compactos. Quando esse tal compacto desprovido de vocais tocou em um Sound System, as pessoas presentes adoraram, pois podiam cantar à vontade no lugar de um vocalista e interagir e se expressar.

E em 1970 já começavam a pipocar diversos Dubs, os quais baixos e baterias eram (e continuam sendo) os principais elementos em parceria com efeitos do tipo delays e reverbs.O filme foi rodado em Kingston (Jamaica), Londres (UK), NY, Washington, LA (EUA) e Rio de Janeiro (Brasil). E conta com muitos nomes de respeito representando alguns dos ritmos musicais que foram muito influenciados pelo Dub: Marcelo Yuka (rock), Roots Manuva (hip-hop), Kode 9 (dubstep), LTJ Bukem (drum & bass). São 46 nomes ao todo.

U L T I M A S N O T Í C I A S

O "Dub Echoes" finalmente está pronto e finalizado! A versão final tem 1h15 minutos e estamos em negociação para um lançamento em DVD.

Antes disso, porém, o documentário deve correr o circuito de festivais de cinema mundo afora. A primeira parada é agora em novembro, no festival dinamarquês CPH:DOX.

O filme será exibido em duas sessões, dias 11 e 17 de novembro.

Em breve, notícias de como foi a estréia mundial do "Dub Echoes"!



domingo, 9 de novembro de 2008

Campeonato Asiático de MTB


A 14ª edição do Campeonato Asiático de Mountain Bike não terminou muito bem para o iraniano Bagher Momhammad Mortazavine. Ele foi uma das vítimas do difícil traçado da prova, caindo na montanha Chovar, em Kathmandu, no Nepal.

Agência/Reuters

A competição foi dominada pela equipe chinesa. No Grupo de Elite masculino, a vitória ficou com Jiang Xueli, que liderou a prova desde a largada, completando os pouco mais de 35km após 1h34m24s, na frente de outro 30 participantes de 13 países.

Agência/Reuters